capitulo1- O inicio
Logo depois da grande guerra das runas que expôs dramaticamente a fragilidade de valoran, aonde se encontrava as maiores tribos e reinos de runeterra finalmente a paz parecia estar crescendo entre todos
E realmente apenas parecia, pois aonde existe o bem está o mal, algo tinha que acabar com o equilibrio trazido pela liga das lendas
e a ilha das sombras nada mais nada menos estava -por tras disso, mandou Thresh e Hecarim os piores habitantes da ilha aos maiores reinos e povoados de valoran, com o intuito de desequilibrar totalmente as nações e trazer a guerra das runas de volta ao mundo de runeterra
porém aonde há sombras existe a luz e sem poder se interferir diretamente nisso os invocadores mandaram duas armas relíquias a dois dos maiores guerreiros de demácia, senna uma linda e habilidosa guerreira treinada entre os maiores combatentes de demácia braço direito de garen o líder do exercito demaciano, seus olhos tão claros quanto o céu de runeterra e sua pele escura fazia ter todos os olhares para si, aos 20 anos foi a primeira da sua turma a se formar como guerreira, e foi a primeira a ter o titulo de melhor combatente com arma de fogo,
bem.... e tinha o outro, o lucian...
- - más senhor, porque os invocadores mandaria uma arma a um prisioneiro, assim dizia senna ao seu comandante
- -Garen> senna, não me faça perguntas da qual não tenho respostas
- -isso é uma afronta a nossa dignidade meu comandante
- -Garen> não vou discutir contigo sobre isso senna, recebemos uma ordem e devemos segui-la
- eles continuaram a conversar em direção a cela de de um dos prisioneiros de demácia
- Lucian> hora hora hora, veja oque temos em minha humilde cela, nosso lorde garem e sua fiel ajudante
- Senna> calado prisioneiro, antes que lhe mande para mais uma noite com os noxianos
- Senna> ouvir dizer que eles adoraram sua visita
- Garen> levante-se lucian vosso rei lhe espera
- Lucian> então quer dizer que lightshiled IV espera por minha presença?
- Lucian> olhe só jovem ajudante, tenho um encontro com o meu velho amigo
- senna olha diretamente para lucian o empurrando ate a parede com sua arma em mãos
- Senna> ja falei para ficar calado prisioneiro
- Senna> agora vire-se, vou algema-lo
Lucian era um prisioneiro de demácia, ninguém sabia o real motivo pelo qual ele estava preso, apenas que o próprio rei tinha lhe colocado la
muitos acreditavam que lucian foi um dos guerreiros a lutar ao lado do rei contra noxus e trai-lo em troca de pequenas riquezas
outros acreditavam que lucian estava preso por vontade própria, após a grande guerra das runas ele já não conseguia mais ter em sua mente as milhares de vidas tiradas por suas mãos
seu cabelo raspado nas laterias era um estilo único em demácia, mesmo aprisionado ele se manteve em forma, sua pele escura e seu olhar fixo era um dos seus charmes, mas o que realmente chamava a atenção para si, era seu sarcasmo e ironia que chegava a ser irritante
- -Posso saber oque o vosso rei tanto deseja comigo? assim perguntava lucian enquanto estava sendo algemado
- Garen> logo você saberá
- ao longo de um dos corredores da prisão um guarda grita quase em desespero pelo comandante
- Krios> comandante, comandante...
- Garen> qual o motivo desses berros, krios?
- Krios era um soldado, fanático pelo comandante garen, baixo e sempre com sorriso no rosto, seu cabelo com tranças curtas mais parecia um espanador, uma pequena cicatriz do lado direito da bochecha era sua marca registrada por demácia, porem ninguém sabe dizer como ele a conseguiu, seus amigos acreditam que foi um acidente devido ao seu jeito desastrado, ...
- Krios> desculpe meu senhor, mas a capitã lux avistou tropas noxianas aos arredores de demácia e Riven se encontra entre eles
- Garen> senna leve-o prisioneiro ate o rei, krios me leve até a vossa capitã
- Senna> mas senhor porque eu nao posso ir junto, deixe o prisioneiro na cela aonde é o seu devido lugar
- Lucian> olha só o grande exercito demaciano ainda temem a guerreira riven
- - calado lucian! assim dizia senna ao jogar o prisioneiro ao chão
- Garen> sem mais conversa senna leve-o logo, vamos krios

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